Há pessoas que inspiram palavras positivas. É o que acontece quando pensamos na Joana Soares, criadora e alma da marca Violeta Cor de Rosa. Delicadeza, Serenidade e Luminosidade são os rótulos constantes da mulher e artista de trato meigo.

Esta não era a primeira vez que entrávamos na casa de Joana, porém os detalhes parecem sempre em mutação… Há sempre algo novo a descobrir, quer seja uma criação recente ou uma peça destacada num recanto diferente. É um Lar, na mais doce acepção da palavra, não há dúvida alguma… Quente, confortável e feliz. Isso vê-se e, acima de tudo, sente-se!

A Joana dá as calorosas boas vindas, no primeiro UNLOCK do L Manifesto!

Fotografia: Soraia do Carmo

“Esta caixa guarda estes escantilhões que o meu avô me ofereceu quando entrei para o curso de Arquitectura! É uma caixa que guardo aqui com todo o amor e delicadeza. Normalmente está quase sempre fechada, porém encontrei este local onde pode ficar aberta. Gosto de vê-la assim, faz-me sentir bem.”

“Este recanto é especial. Este tapete veio de uma viagem a Marrocos que fiz com os meus pais e com a minha irmã. Os meus pais compraram uma série de tapetes. Eu, na altura tinha 10 anos.”

“O rádio… Às vezes parece que ainda ouço o som dele a ligar. Estava na casa de banho da casa dos meus pais, em Lisboa. Ouvíamos música em todo o lado, eu lembro-me que sempre que ia tomar banho ligava o rádio para ouvir música também. Hoje está perto dos livros! Faz recordar-me o meu pai que tinha uma coleção de livros enorme, alguns com anotações nas páginas, que acho deliciosas de ler.”

“Esta vitrine era da minha avó, juntamente com quase todas as peças que estão dentro dela. Os bules, as chávenas… São coisas mesmo antigas.  O móvel era originalmente do tom da madeira, mas eu pintei-o!”

“Adoro prateleiras abertas. São mais complicadas de manter… Mas adoro! Aqui na cozinha gosto de ter à vista as peças especiais e que são de uso quotidiano."

“Quando idealizei esta cozinha sempre quis nesta ilha uma peça com algum impacto. Até que encontrei esta balança numa mercearia muito antiga que tinha encerrado.  Fiz-lhe depois uma adaptação com o cesto da fruta.”

“Gosto de quartos que respirem, com uma cabeceira para colocar os objectos que mais gosto! O quarto tem uma boa profundidade, e esta solução acaba por ser melhor que uma mesa de cabeceira!”